ao
fim das tardes de estio
acordo
com uma angústia nas mãos
e
uma vontade – única – de transformar
tudo
e todos numa história alimentada por
areias
paradas no tempo .nada as agita a não
ser
uma sombra de vento suão que nos faz sentir
invasores
.as ondas quietas ou agitadas que outrora
povoaram
o meu imaginário guardo-as para outras es
critas
mais ao sabor da brisa que não ousa fazer parte des
te
cantar de livro em pousio
o
fogo ínvio da fantasia respira sob um escadote esquecido ao sol