ao deus
mortal vencedor da frigidez da carne
senhor
a
desafiar o
frio
ou
o
velho
inserido
a vermelho e branco
na
cama do tempo
ei-lo
aquém
do
conhecimento
pai
perdoa-lhes
porque não sabem o que fazem
o
menino projectado em redondo
pressagia
um
olhar preso ao chão ou
à
coroa de espinhos que
oscilará
sobre
a sua cabeça
dentro
dele a chuva ácida cede
lugar
ao engodo e
a
História insistirá
no
vermelho e branco
dos
encanecidos laudatórios
ei-lo
o
homem novo
deus
mortal
vencedor
da frigidez da carne
o
actor nato
na
ceva
explorado
No
natal
os meninos estropiados
compram
a fome