é tão difícil
interpretar a voz do vento
deixá-lo perdido
na metafísica de um pássaro
que se levanta
sobre a superfície da mesa para nela
verter símbolos
concêntricos quais hipérboles desenhadas
ao desbarato .do
pássaro restam alguns sinais de vida que sobem
e descem ao fim
do dia num poema escrito com muitas nódoas negras
e o ranho
exigidos pelo a manhe'Ser do estro .estafam-se todas as hipóteses e
no fulgor do
ritmo o poeta pega na vassoura da escrita e com dedos de vagamundo
expurga as
estrofes da canzoada